*Cartaz realizado pelos estagiários Paulo - Escola do Comércio e Bruna, Escola Profissional Bento Jesus Caraça
No âmbito do estágio de mestrado em Psicologia das Relações Interculturais pelo ISCTE, a aluna Lisa Bignone realizou uma intervenção, através do Centro Humanitário de Lisboa da Cruz Vermelha Portuguesa, no Agrupamento de Escolas de Benfica.
A Escola Básica Pedro de Santarém apresenta vários desafios, nomeadamente ao nível da integração de alunos em situação de vulnerabilidade psicossocial. Está localizada entre bairros sociais com características demográficas e culturais muito diferentes.
O estágio passou pela dinamização do apoio tutorial, através de um programa para o desenvolvimento de competências psicossociais, auto-conhecimento e inclusão para a diversidade, com consciencialização de questões associadas à inclusão, diversidade e respeito pelo outro.
Numa intervenção deste tipo, que por razões de espaço e de tempo, é maioritariamente teórica, torna-se fundamental encerrar com uma atividade que possa entusiasmar os alunos, fazendo-os entender do crescimento que ocorreu, servindo de inspiração para o futuro. Com base na crescente importância do graffiti na cidade de Lisboa, no contexto escolar e da nossa missão, a ideia passou por encerrar o ano escolar com uma oficina de graffiti e desenho criativo.
Em colaboração com a writer SNOW e os alunos idealizaram um desenho, para depois realizá-lo com as latas, deixando assim uma marca na escola.
Nessa visão, a arte e especialmente a arte dos graffiti, tal como Lisa Delpit refere, serve de inspiração: o graffiti oferece aos adolescentes a oportunidade de adquirir conhecimento, habilidades e valores que são apreciados e úteis na sociedade e, ao mesmo tempo, oferece a possibilidade de construir identidades individuais enraizadas nas culturas e vizinhanças e participar de atividades com potencial para transformar as comunidades.
Ficam os agradecimentos:
- Agrupamento de Escolas São Pedro de Santarém, nomeadamente à Dra. Ana Rita, professores e alunos envolvidos.
- Leroy Merlin Amadora, AKI Cascais e Dedicated Store Lisboa pelo donativo que possibilitou a aquisição do material.
- Colaboração a writer SNOW.
- Dedicação e iniciativa da estagiária Lisa.
Nos dias 29, 30 e 31 de Maio, o Centro Humanitário de Lisboa esteve envolvido no CASCADE 2019. Esta Estrutura Operacional de Emergência contou com o reforço de meios físicos e humanos da Delegação da Amadora.
Este simulacro for coordenado pela Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) e tratou-se do maior exercício de protecção civil que a União Europeia (UE) em que alguma vez, Portugal, participou. Portanto, Portugal como um todo e todos os portugueses, em particular, estão de parabéns por termos “feito acontecer”!
Destes três dias de simulacro ficam as notas de profissionalismo e entrega das entidades que colaboram neste fórum, mas também do nossos operacionais envolvidos.Fica o agradecimento a todos os que, da EOE – CH Lisboa e da DL Amadora, se envolveram no CASCADE19, tanto como figurantes, como enquanto operacionais de prontidão máxima para uma intervenção que se treinou para ser real.
Decorreu durante o fim-de-semana, dias 1 e 2 de junho, em Vila Viçosa, uma formação a mais 21 elementos da rede CVP, para integrarem a bolsa nacional de instrutores de formação institucional. Esta formação institucional está incluída no processo de integração de todos os colaboradores, voluntários e futuros voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa.
Elementos de 14 Estruturas Locais e Serviços Autónomos da rede nacional da Cruz Vermelha marcaram presença na ação, passando a estar capacitados para promover conhecimentos, de forma pormenorizada, sobre a Instituição, na sua vertente nacional e internacional, bem como sobre a diversificação de áreas do voluntariado.
Em representação do CH Lisboa estiveram presentes Ana Margarida Soares e Marta Rosário.
#8maio
#DiaMundialdaCruzVermelhaedoCrescenteVermelho
Trabalho realizado pelas estagiárias Ana Luísa, Bruna, Jéssica e Joana.
Os voluntários e funcionários da Cruz Vermelha Portuguesa estão a celebrar a sua relação única com as comunidades de todo o país, hoje, no Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Francisco George, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa declara: “Os nossos voluntários e funcionários trabalham sempre com dedicação durante todos os dias, mas o 8 de maio é o momento para comemorar a diferença que fazem e as vidas que mudam em comunidades grandes ou pequenas, respondendo a crises de todos os tipos e ajudando as pessoas a viver vidas mais seguras e dignas”.
A Cruz Vermelha Portuguesa abrange mais de 1 milhão de pessoas todos os anos com uma gama diversificada de serviços adaptados às necessidades das comunidades de todo o país. Do serviço de Teleassistência ao apoio domiciliário, passando pelas creches e centros de dia, ajuda alimentar, cuidados médicos, prevenção da violência e resposta a catástrofes, esta Instituição protege a vida e a saúde, e preserva a dignidade das pessoas, em especial das mais vulneráveis e desfavorecidas, desde 1865.
“Estamos em todo o lado para toda a gente.”, acrescenta Francisco George.
Os voluntários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho são tão diversos quanto os serviços que salvam e mudam vidas através do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho: 190 Sociedades Nacionais, o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV).
Em 2019, as Sociedades Nacionais ao redor do mundo também celebram os 100 anos da Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Este centenário não é uma história do passado. Trata-se de celebrar a rede global inovadora que está pronta a enfrentar os desafios do futuro. Ver notícia do 100.º aniversário da FICV aqui.



